Sinais dos tempos
Postado por
Blog da Pandinha
on 05/09/2010
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É o fim do mundo ninguém mais escrever neste blog...
Alguém duvida da proximidade do fim?
Postado por
Blog da Pandinha
on 01/03/2010
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Comments: (2)
Em 15 minutos matinais de leitura superficial das notícias, me espantei com as informações:
Globo.com:
- Tsunami começa a atingir costa do Japão
- Fortes chuvas castigam Haiti e deixam oito mortos
- Fotos de destruição após terremoto no Chile
Terra.com.br:
- Três novas réplicas sacodem Chile
- Europa: sobe para 47 o número de mortos por chuva na França
- BA: polícia registra quase um homicídio por hora
- Afeganistão: morrem quatro em atentado suicida
Estadão.com.br:
- Chile terá distribuição de alimentos após saques
- Ciclone deixa 49 mortos na França
SP TV 1ª edição:
- Moradores de Mogi das Cruzes levam susto após desabarem seis casas
- 300 veteranos da faculdade de medicina fazem terrorismo com 80 calouros
Uol.com.br:
- Inundações no Haiti deixam pelo menos 13 mortos
- Alemanha: temporal diminui após matar seis
- China: equipes de resgate buscam ônibus que afundou com 18 pessoas
Globo.com:
- Tsunami começa a atingir costa do Japão
- Fortes chuvas castigam Haiti e deixam oito mortos
- Fotos de destruição após terremoto no Chile
Terra.com.br:
- Três novas réplicas sacodem Chile
- Europa: sobe para 47 o número de mortos por chuva na França
- BA: polícia registra quase um homicídio por hora
- Afeganistão: morrem quatro em atentado suicida
Estadão.com.br:
- Chile terá distribuição de alimentos após saques
- Ciclone deixa 49 mortos na França
SP TV 1ª edição:
- Moradores de Mogi das Cruzes levam susto após desabarem seis casas
- 300 veteranos da faculdade de medicina fazem terrorismo com 80 calouros
Uol.com.br:
- Inundações no Haiti deixam pelo menos 13 mortos
- Alemanha: temporal diminui após matar seis
- China: equipes de resgate buscam ônibus que afundou com 18 pessoas
Zeitgeist
"O filme destrói qualquer crença que vc tenha sobre o mundo! É uma porrada no estômago!" Essa foi a sinopse do amigo Caco ao comentar, ano passado, sobre Zeitgeist. Essa palavrinha alemã (pronuncia-se zaitgáist) é o nome de um excelente documentário criado pelo norte-americano Peter Joseph. Se é que alguém ainda carece de motivos para simpatizar com o fim do planeta, recomendo a obra. Corro o risco de ser repetitivo, uma vez que (dizem) mais de 100 milhões de pessoas já assistiram ao filme. De uma forma muito interessante, Zeitgeist "explica" como o Cristianismo é baseado em alegorias de antigas religiões pagãs que, por sua vez, foram estabelecidas seguindo o zodíaco e todos os movimentos do sol, dos planetas e das constelações. Coloquei "explica" entre aspas, porque não cabe a mim estabelecer se o cara diz a verdade ou não. Mas tudo o que ele diz tem muito sentido. A bibliografia é citada (inclusive a bíblia, muitas vezes) e todas as referências são claras, deixando óbvio que o sujeito, no mínimo, pesquisou muito antes de falar qualquer coisa. Joseph conclui que a religião é simplesmente uma das mais geniais formas de controle da humanidade, ajudando a perpetuar a submissão cega das massas e a diminuir a responsabilidade do homem sobre seus atos, uma vez que Deus controla tudo e, em nome dele, crimes horríveis podem ser justificados. Mas o filme não é sobre religião. É sobre as prisões sem grades em que vivemos. Basedo em pesquisas, arquivos e entrevistas, o documentário mostra que não há nações, nem políticos, nem cidadãos. Os verdadeiros donos do mundo são as colossais empresas (na maioria, americanas) do ramo petrolífero, tecnológico e até de alimentos, como o popular Wall Mart. As pessoas à frente dessas marcas são os verdadeiros presidentes e, as empresas, os países. Governantes eleitos para supostamente representar o povo, representam nada mais do que somente os interesses desses empresários que detêm quase toda a riqueza do mundo. Riqueza essa, diz o filme, que na verdade nem existe. Em uma aula sobre o sistema monetário mundial, Zeitgeist mostra que cada cédula de qualquer moeda é baseada apenas num esquema de débito e juros. A emissão de dinheiro baseada em reservas de ouro pelos países, já é lenda há muito tempo. E, para continuar gerando débito, juros, pobreza para a maioria e riqueza para meia dúzia, os homens do poder produzem e fomentam guerras e atrocidades. É devastadora a visão de que o atentado às torres gêmeas do WTC e todos os outros atos que levaram à morte de milhares de pessoas naquele 11 de setembro de 2001 não passaram de um plano malígno não de terroristas árabes, mas de 'líderes' norte-americanos. De novo, essa não é a minha opinião, é o que diz o filme. Mas a obra é muito coerente e, se não te levar à anarquia, o fará, pelo menos, pensar melhor sobre a vida e o mundo em que vivemos. O filme é de graça e pode ser baixado (com legendas e tudo) no site http://www.zeitgeistmovie.com/, além de estar disponível em vários endereços do youtube. Depois de ver o vídeo de 2007, vc provavelmente vai querer assistir à continuação, Zeitgeist Addendum (2008), também de graça na net.
Se o mundo não acabar, que mude!
Se o mundo não acabar, que mude!
Só pode ser o fim
Postado por
Fábio Osmar
on 24/12/2009
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O Kassab quer aumentar em até 300% o IPTU de algumas regiões paulistanas.
Um padrasto espeta mais de 50 agulhas no corpo de uma criança de 2 anos para se vingar da mãe.
O Flamengo é campeão brasileiro de futebol.
Em votação secreta, deputados e secretários da prefeitura de São Paulo argumentam sobre um aumento de salário de mais de 200%.
Garota sai de faculdade escoltada por policiais depois de tumulto causado por uso de mini-saia.
Pai deixa filho recém-nascido cair do sétimo andar do prédio enquanto brincava de jogá-lo para o alto.
Aumenta em 75% a multa para quem apresentar recibos incompatíveis com a declaração do IR. Traduzindo: errou um zero na declaração vai pagar multa de 75% do total da restituição.
A ministra Dilma Rousseff declarou no congresso sobre o aquecimento Global, em Copenhage: "...a redução de emissão de gases atrapalha o desenvolvimento das nações".
Lula é eleito o Homem do Ano!!!!!
É ou não é o fim do mundo?
Um padrasto espeta mais de 50 agulhas no corpo de uma criança de 2 anos para se vingar da mãe.
O Flamengo é campeão brasileiro de futebol.
Em votação secreta, deputados e secretários da prefeitura de São Paulo argumentam sobre um aumento de salário de mais de 200%.
Garota sai de faculdade escoltada por policiais depois de tumulto causado por uso de mini-saia.
Pai deixa filho recém-nascido cair do sétimo andar do prédio enquanto brincava de jogá-lo para o alto.
Aumenta em 75% a multa para quem apresentar recibos incompatíveis com a declaração do IR. Traduzindo: errou um zero na declaração vai pagar multa de 75% do total da restituição.
A ministra Dilma Rousseff declarou no congresso sobre o aquecimento Global, em Copenhage: "...a redução de emissão de gases atrapalha o desenvolvimento das nações".
Lula é eleito o Homem do Ano!!!!!
É ou não é o fim do mundo?
Dois zero um dois
Postado por
Thiago Crespo
on 21/12/2009
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O mundo acabou. Ao contrário do que pressupunha o imaginário popular (e os diretores de Hollywood), contudo, seu fim não se deu com o apocalipse a devastar o planeta com tempestades, terremotos, invasões extraterrenas e afins. Não; o fim do mundo foi musicado, repleto de aura e energia positiva. Seu processo durou pouco menos de três horas e, ao final, não se viu um corpo sequer às traças – mas apenas almas vibrantes a não reconhecer ao certo a dimensão onde se encontravam.
Jamais acreditei nas profecias milenares de Nostradamus ou de quem quer que fosse, tampouco levei a sério o alerta constante do amigo Ernani (o que, em parte, explica minha ausência no blog). Jamais dediquei qualquer tempo à leitura menos rasa de qualquer coisa sobre o assunto. Primeiro porque sempre achei que o mundo já acabou há muito tempo, partindo do princípio de que seu fim está atrelado ao mal; depois, porque isso é apenas pretexto para reportagens de publicações autodenominadas interessantes.
Do alto de minha soberba, errei. A civilização pré-colombiana estava certa, o calendário maia foi rigorosamente preciso em sua sequência numérica: dois zero um dois. O que não previam, no entanto, era o traço vertical entre os dois primeiros e os dois últimos números. Sacramentada aquela que se tem por hábito denominar barra, tudo fez mais sentido às almas a perguntar “por onde andei?”.
Não se tratou de um espetáculo anunciado explicitamente como tal, mas sob a máscara de uma apresentação artística, digamos, apenas mais esperada – e mais cara – do que o convencional. Os portões para o fim do mundo abriram às 18h30. Os ingressos custaram quase 90 euros – e estima-se que algo em torno de 14 mil pessoas o acompanharam ao vivo, da costa de uma ilha no hemisfério norte.
O fim do mundo, a bem de toda a verdade, foi primoroso. Tivesse o poder de revivê-lo, o faria diariamente – como que para poder entender melhor cada detalhe de seu porquê, reprisar cada nota de sua mensagem.
Jamais acreditei nas profecias milenares de Nostradamus ou de quem quer que fosse, tampouco levei a sério o alerta constante do amigo Ernani (o que, em parte, explica minha ausência no blog). Jamais dediquei qualquer tempo à leitura menos rasa de qualquer coisa sobre o assunto. Primeiro porque sempre achei que o mundo já acabou há muito tempo, partindo do princípio de que seu fim está atrelado ao mal; depois, porque isso é apenas pretexto para reportagens de publicações autodenominadas interessantes.
Do alto de minha soberba, errei. A civilização pré-colombiana estava certa, o calendário maia foi rigorosamente preciso em sua sequência numérica: dois zero um dois. O que não previam, no entanto, era o traço vertical entre os dois primeiros e os dois últimos números. Sacramentada aquela que se tem por hábito denominar barra, tudo fez mais sentido às almas a perguntar “por onde andei?”.
Não se tratou de um espetáculo anunciado explicitamente como tal, mas sob a máscara de uma apresentação artística, digamos, apenas mais esperada – e mais cara – do que o convencional. Os portões para o fim do mundo abriram às 18h30. Os ingressos custaram quase 90 euros – e estima-se que algo em torno de 14 mil pessoas o acompanharam ao vivo, da costa de uma ilha no hemisfério norte.
O fim do mundo, a bem de toda a verdade, foi primoroso. Tivesse o poder de revivê-lo, o faria diariamente – como que para poder entender melhor cada detalhe de seu porquê, reprisar cada nota de sua mensagem.
Depois do show de Paul Mccartney, o mundo – ao menos o meu – começou de novo. Tudo foi dividido entre antes e depois. Entre o que ficou pra trás, apequenado e moroso, e o que se descobriu depois da prova de que Deus não só existe como foi um beatle nos anos sessenta.
Eu não quero que o mundo acabe
Postado por
Mirelle Siqueira
on 18/12/2009
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Ainda que São Paulo tenha um trânsito caótico.
Ainda que o solo do nosso Nordeste não vingue.
2012 está aí e eu ainda não casei, não escrevi um livro, não tive filhos. Não vi um show do Guns nem do Iron. Não visitei Jerusalém, não vi de perto nenhuma Copa do Mundo. Não vi meu Coringão ser campeão mundial (Ernani, não somos!). Não sei o que é ter desejos de grávida, não sei que gosto tem as comidas da Índia, não andei de balão em Istambul, nem de camêlo no Egito. Tenho milhões de coisas para fazer e o tempo está acabando. Então por favor Papai do céu, acabe com o mundo por partes. Pode começar por Brasília, depois os EUA... mas demore para chegar na França, Irlanda e no Brasil. Prometo aproveitar cada minuto extra com toda a intensidade que me é característica e quando eu chegar aí em cima (será que chego?), devolvo a bondade com um abraço forte como aqueles que gente amada recebe no fim do tempo da saudade.
Ainda que o solo do nosso Nordeste não vingue.
Ainda que o Sul chore pelos mortos das enchentes.
Ainda que o Rio de Janeiro esteja dominado pelo tráfico.
Ainda que Brasília seja o lar dos safados de cuecas cheias.
Ainda que os índios da nossa Amazônia vivam esquecidos...
Obrigada.
É tudo culpa do estagiário…
Postado por
Tati
on 30/11/2009
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Comments: (7)
Atenção!! Esta é uma história verídica baseada em documentos descobertos nas ruinas da cidade de Kukulcán.
Estava lá o chefe Maia sentado no alto da sua pirâmide batendo um papo com os gerentes, coordenadores, surpevisores, analistas e etc. Enquanto isso, o pobre do estagiário estava lá embaixo montando o calendário na pedrinha.
O estagiário era um menino de cabelos pretos, olhos misteriosos, meio pescoçudo, muito caprichoso, mas tinha vindo de uma região Maia muito similar a Bahia.
Numa certa altura do trabalho ele começou a ficar com uma prigui, uma moleza, uma lezera. Não mais que de repente a pedrinha começou a acabar, ele foi apertando, diminuindo os números, mas uma hora não deu mais e a pedrinha acabou.
Como o almoxarifado era longe, a pedra era um pouco pesada e a prigui era grande o pequeno pescoçudo desistiu de ir até lá buscar uma pedrinha nova pra continuar o trabalho.
Para piorar a situação tinha final do campeonato e ele, torcedor fanático do Sport Club Kukulcán, uma espécie de Curintia, tinha conseguido ingressos VIP para a partida.
Atrasado e com prigui de continuar aquele trabalho chato o pequeno estagiário pensou “Até 2012 ninguém mais que eu conheço vai estar vivo, nem os meus tataranetos. Vou deixar assim mesmo”.
Então, o estagiário pegou sua bandeira, vestiu a camisa do Timón e foi embora.
E foi assim que aconteceu.
Agora por culpa do maldito estagiário todo mundo acha que o mundo vai acabar.
Estava lá o chefe Maia sentado no alto da sua pirâmide batendo um papo com os gerentes, coordenadores, surpevisores, analistas e etc. Enquanto isso, o pobre do estagiário estava lá embaixo montando o calendário na pedrinha.
O estagiário era um menino de cabelos pretos, olhos misteriosos, meio pescoçudo, muito caprichoso, mas tinha vindo de uma região Maia muito similar a Bahia.
Numa certa altura do trabalho ele começou a ficar com uma prigui, uma moleza, uma lezera. Não mais que de repente a pedrinha começou a acabar, ele foi apertando, diminuindo os números, mas uma hora não deu mais e a pedrinha acabou.
Como o almoxarifado era longe, a pedra era um pouco pesada e a prigui era grande o pequeno pescoçudo desistiu de ir até lá buscar uma pedrinha nova pra continuar o trabalho.
Para piorar a situação tinha final do campeonato e ele, torcedor fanático do Sport Club Kukulcán, uma espécie de Curintia, tinha conseguido ingressos VIP para a partida.
Atrasado e com prigui de continuar aquele trabalho chato o pequeno estagiário pensou “Até 2012 ninguém mais que eu conheço vai estar vivo, nem os meus tataranetos. Vou deixar assim mesmo”.
Então, o estagiário pegou sua bandeira, vestiu a camisa do Timón e foi embora.
E foi assim que aconteceu.
Agora por culpa do maldito estagiário todo mundo acha que o mundo vai acabar.